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Circular Nº 78
NOVOS CASOS DE COVID - PRECAUÇÕES
Ao Ministério e à Irmandade

Publicada em 08 de novembro de 2020

 São Paulo, 08 de novembro de 2020 – 19:00 horas

 

CIRCULAR Nº 78/2020

AO MINISTÉRIO E À IRMANDADE

NOVOS CASOS DE COVID - PRECAUÇÕES

Cara Irmandade,

A Paz de Deus. Amém. 

A comunidade científica tem orientado sobre forma mutante de manifestação do coronavírus, fazendo aumentar o número de contaminados e, efetivamente, levado tais pessoas a contrair a Covid19.

A Congregação Cristã no Brasil tem feito cumprir em seus templos os protocolos que as autoridades sanitárias do país apresentaram, porém, cabe algumas orientações adicionais, descritas a seguir, a fim de resguardar a irmandade.

A principal contaminação se dá por contato da mão com objetos e, também, com outras pessoas. Outros meios são por espirros ou tosse de pessoa que esteja sem máscara. Jamais devemos deixar de usá-la, trazendo-a de casa e fazendo seu uso em todo o tempo, cobrindo sempre o nariz e boca, inclusive ao fazer a oração conjunta, se for o caso, ou no cantar dos hinos. Conforme as dimensões das casas de oração, é prudente o irmão que atende o culto usar a máscara afim de evitar contaminação da irmandade.

Caso a pessoa esteja sintomática, com coriza, dor de garganta, dor de cabeça, febre, falta de ar, diarreia, dor no corpo, mal-estar, deverá ficar em casa e procurar serviço médico e, jamais, se dirigir à igreja. Para casos em que se apresenta a doença e o portador seja pouco sintomático, deverá se afastar por período de 14 dias dos cultos e, após esse período, poderá congregar normalmente. Só não deverá congregar, caso ainda tenha sintomas de tosse, febre ou falta de ar.

A recepção da irmandade quando adentram às casas de oração, deverá ser feita por irmãos porteiros e irmãs auxiliares da porta e não por profissionais da saúde, pois isso os isentará de problemas futuros. A medida da temperatura corpórea, idealmente deverá ser medida na face ou testa (não causa nenhum problema de saúde), porém se o irmão se negar, poderá ser medido em outro local como o pulso (há uma diferença de até 1ºC).

Nos serviços de Batismos, dar preferência pelo uso dos tanques portáteis e não usar os tanques fixos, até que se delibere em contrário, tendo em vista o maior risco envolvido.

A irmandade deve ter o hábito de levar Bíblia e Hinário – e as irmãs, o véu –  à igreja, porém tem havido muitos casos em que, por outras razões, há necessidade de empréstimo. O ideal é que esses livros estejam dentro de um invólucro plástico para não haver contaminação. Após a devolução, deverão ser higienizados pelas irmãs da limpeza.

Se uma pessoa inadvertidamente congregar contaminado e, dias após, apresentar sintomas, a irmandade e o ministério não precisarão tomar medidas extras como a suspensão dos cultos, afinal as medidas que estão sendo tomadas, se obedecidas não expõe a irmandade à contaminação.

A saudação, em hipótese alguma, deverá ser feita por contato das mãos, quer em contatos com as palmas, dedos ou lado externo da mesma.

O púlpito tem que ser obrigatoriamente higienizado, caso outro servo suba para ler a Palavra e os papéis de pedidos de oração podem ser uma fonte de contaminação. O ideal é que o irmão que preside, após recebe-la e fizer sua leitura, higienize as mãos.

Os Ventiladores, deverão ter suas pás dirigidas para frente e não em direção da irmandade.

A limpeza dos salões de cultos, que é fundamental para todos nós, deverá ser realizada somente no dia seguinte, 24 horas após o término do culto.

Devemos evitar fazer visitas à irmandade, e a pacientes suscetíveis como idosos, acamados e com enfermidades crônicas que requerem aplicações diversas que baixam a imunidade.

Em todo o tempo, a irmandade deve congregar SOMENTE em sua comum congregação pois os irmãos do ministério se prepararam para atender a irmandade, dentro dos limites impostos, conforme o índice permitido pela lei do município.

Vossos irmãos em Cristo, 

Conselho dos Anciães Mais Antigos do Brasil

 

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